Apesar de relativamente pequena sob o ponto de vista territorial, Singapura é gigante quando se fala em avanços e conquistas. São pouco mais de 5,4 milhões de pessoas, que vivem em 63 ilhas. Uma nação com altíssimo investimento em educação, tecnologia e infraestrutura e composta por diversos povos, a maioria chineses, malaios e indianos.

Mesquita do Sultão, construída no século XIX, no bairro étnico de Arab Quartier. Mesquita do Sultão, construída no século XIX, no bairro étnico de Arab Quartier. 

Não à toa, Singapura foi ganhando, com o passar do tempo, diversos bairros étnicos. Áreas que reúnem templos, lojas, artesanato e gastronomia típicos da cultura dos habitantes que vivem ali. O Bagagem de Bolso visitou três deles: ChinatownArab Quarter Little India. A sensação? É como se visitássemos micropaíses dentro da cidade-estado. Lugares que revelam muito dos hábitos locais e ajudam a explicar como pensam e vivam os singapurianos e seus ascendentes.

Decoração festiva na célebre Chinatown, em Singapura.Decoração festiva na célebre Chinatown, em Singapura. (Pixabay)

No quarto episódio da nossa websérie especial, você vai conhecer um pouco dos três. Em Little India, bairro dos imigrantes indianos que começaram a chegar a Singapura em 1819, você visitará com a gente um templo nacional, a Mesquita Abdul Gaffoor. No Arab Quartier, formado por comerciantes árabes e por muçulmanos a partir de 1822, vai passear pela Haji Lane, uma espécie de rua hipster e via mais estreita de Singapura que reúne bares, cafés, restaurantes e lojas que ditam moda. Vai ainda ver o interior da Mesquita do Sultão, construída no século XIX e declarada Patrimônio Nacional em 1975.

 

Já em Chinatown, vai conferir a rua das delícias da gastronomia chinesa e Sri Veeramakaliamman, templo hindu dedicado à Kali, deusa e destruidora do mal, inaugurado em 1881. Aperte o play e viaje com a gente!

Fonte: O Liberal
Foto: Rodrigo Vieira